

Embora 88,3% da população já tenha procurado serviços dentários, apenas 40% dos participantes da pesquisa tinham ao dentista no ano anteior à data da entrevista.
Entre os que recorreram ao profissional, 43% eram mulheres e 37,3%, homens.
A grande maioria, ou 98% dos entrevistados, com rendimento domiciliar de mais de 5 salários mínimos já consultou o dentista. Já entre os que ganham até um quarto de salário mínimo, o percentual é de 71,3%.
As pessoas atendidas por problemas odontológicos foram as que melhor avaliaram o serviço de saúde como um todo: 93,6% consideraram o atendimento “muito bom ou bom”, sendo que 68,8% dos atendimentos por este motivo foram realizados pela rede particular.

BIGBIKER CUP 2010 - ALTIMETRIA DE ROTEIROS
# 1 Etapa - ITANHANDU / MG - 28/03/2010
Gráfico 01 - Categoria Pró Altitude Máxima = 1263 m Altitude Mínima = 875 m Total de subidas = 2063 m
Gráfico 02 - Categoria Sport Altitude Máxima = 1263 m Altitude Mínima = 875 m Total de subidas = 1043 m
Considerações dos roteiros de prova
O caminho, quando seco, apresenta quase que na totalidade um solo bem compacto e com pouca quantidade de pedras. Já com chuva, é lama certa em praticamente todo o trajeto. Com largada e chegada na praça principal de Itanhandu, as duas categorias seguem juntas passando pela Serra do Condado até o quilômetro 21. A categoria Pró a partir deste ponto segue alternando entre subidas e descidas moderadas até encontrar novamente com a categoria Sport ( quilômetro 52 para a Pró e quilômetro 24 para a Sport ). Em seguida, por uma estrada abandonada, a prova alcança a área de apoio. Pelo Bairro do Porto, a competição segue sentido Serra do Palmital até alcançar a maior altitude da etapa com 1263 metros. Este trecho deverá definir os líderes da etapa e o que mais vai exigir dos competidores durante toda a prova, não só pelo aclive, mas também pela distância acumulada. A seguir, passado o "sufoco" da Serra do Palmital, um downhill até o quilômetro 80 serve de refresco para as pernas e coração, abrindo um belo visual da cadeia de montanhas das Terras Altas da Mantiqueira até onde a vista alcança. Do quilômetro 80 até o fim da prova, prevalece trechos planos com subidas curtas. Na chegada, todas as categorias serão recebidas por um single track margeando a antiga linha de trem que dá acesso a cidade de Itanhandu. |

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A linguagem dirige nossos pensamentos para direções específicas e, de alguma maneira, ela nos ajuda a criar a nossa realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. A habilidade de usar a lingua gem com precisão é essencial para nos comunicarmos melhor.
A seguir estão algumas palavras e expressões que devemos observar quando falamos, porque podem dificultar nossa comunicação.
01.Cuidado com a palavra NÃO, a frase que contém “não”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”… (não vem nada à mente). Agora vou lhe pedir “não pense na cor vermelha”, eu pedi para você não pensar no vermelho e você pensou. Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer.
02.Cuidado com a palavra MAS que nega tudo que vem antes. Por exemplo: “O Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas…” SubstituaMAS por E quando indicado.
03.Cuidado com a palavra TENTAR que pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo: “vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Tenho grande chance de não ir, pois, vou “tentar”. Evite “tentar”,FAÇA.
04.Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas useQUERO, DECIDO, VOU.
05.Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO, DECIDO NÃO, ou NÃO PODIA, NÃO CONSEGUIA, que pressupõe que vai poder ou conseguir.
06.Fale dos problemas ou descrições negativas de si mesmo, utilizando o tempo do verbo no passado ou diga ainda. Isto libera o presente. Por exemplo: “eu tinha dificuldade de fazer isso”; “não consigo ainda.” O ainda pressupõe que vai conseguir.
07.Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do verbo no pre sente. Por exemplo, em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou conseguindo”.
08.Substitua SE por QUANDO. Por exemplo: em vez de falar “se eu conseguir ganhar dinheiro eu vou viajar”, fale “quando eu conseguir ganhar dinheiro eu vou viajar”. “Quando” pressupõe que você está decidido.
09.Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, em vez de falar, “eu espero aprender isso”, fale: “eu sei que eu vou aprender isso”.“ESPERAR” suscita dúvidas e enfraquece a lin guagem.
10.Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, em vez de dizer “eu gostaria de agradecer a presença de vocês”, diga “eu agradeço a presença de vocês. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.
Dr. Jairo Mancilha – INAP
Enxaqueca não é coisa só de adultos. As crianças já podem apresentar este tipo de dor de cabeça, os meninos começando em média aos 7 anos e, as meninas, um pouco mais tarde, aos 11 anos. Quando as crises de enxaqueca passam a ser muito frequentes, é indicado um tratamento que vai além dos analgésicos para aliviar a dor. Ele pode ser feito com o uso de medicações de uso diário, também chamado de tratamento profilático, que trabalhará a química cerebral para reduzir a frequência e a intensidade das crises. Entretanto, algumas pesquisas têm demonstrado que a mudança de certos hábitos de vida pode colaborar para o controle das crises de enxaqueca.
Uma pesquisa publicada na última edição do periódico Headache, jornal oficial da Sociedade Americana de Cefaleia, confirma que as crianças podem ter melhora significativa de suas crises ao evitar exposição direta do sol na cabeça, ter regularidade nos horários de dormir, acordar e se alimentar, e quando assumem uma dieta que evita alguns alimentos que costumam desencadear crises, entre eles: carnes processadas, queijos amarelos, chocolate, alimentos com glutamato (ex: macarrão instantâneo, molho de soja). O estudo ainda revelou que as crianças com menos de 6 anos foram as que mais tiveram benefícios com esses cuidados.
Os resultados reforçam a prática que muitos médicos têm de tentar aperfeiçoar hábitos como sono e dieta das crianças antes da introdução de um tratamento medicamentoso. Essa é uma prática ainda controversa, mas uma recomendação inequívoca é a de que a criança deve evitar a exposição a estímulos que já foram reconhecidos como fator desencadeante de crise no seu caso específico. Não existem listas de proibições que devem ser aplicadas de forma generalizada, mas não custa evitar aquilo que não faz bem à saúde das crianças num sentido mais amplo, como é o caso de um sono irregular.
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Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB). É também titular do Blog “ConsCiência no Dia a Dia”.